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Corpos que importam: os limites discursivos do "sexo"

Reivindicar que sexo é desde sempre gênero, desde sempre construído, ainda não é o mesmo que explicar de que forma a "materialidade" do sexo é produzida à força. Quais são as limitações pelas quais os corpos são materializados como "sexuados" e como devemos entender a "questão" [matter] do sexo, e dos corpos de modo mais geral, como a circunscrição repetida e violenta da inteligibilidade cultural? Quais corpos importarão [matter] – e por quê?
Ofereço este texto, então, em parte como forma de reconsiderar algumas seções de meu livro Problemas de gênero que causaram confusão, mas também como um esforço para pensar mais sobre o funcionamento da hegemonia heterossexual na criação de matérias [matters] sexuais e políticas. Como uma rearticulação crítica de várias práticas teóricas, incluindo os estudos feministas e queer, esta obra não pretende ser programática. E, ainda, como uma tentativa de esclarecer minhas "intenções", ela também parece destinada a produzir novos conjuntos de mal-entendidos. Espero que, ao menos, eles se provem produtivos.

Procurando Corpos que importam: os limites discursivos do "sexo"? Aqui você encontra tudo sobre este livro de Judith Butler, publicado por n-1 edições. Nesta página estão a descrição da obra, os detalhes da edição (411 páginas) e os formatos disponíveis para baixar: pdf, mp3, áudio-livro, kindle. Se você gosta de Sociedade e Ciências Sociais, Sociedade e cultura, explore também outros títulos da mesma categoria no LivrosQualidade. Veja ainda as outras obras de Judith Butler em nosso catálogo.

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Encadernação Corpos que importam: os limites discursivos do "sexo":Kindle